Atividade 03
Teorias e Conceitos
Teoria e Conceitos
Como base dos Projetos de Pesquisa é necessário ter uma fundamentação teórica que servirá tanto para orientar quanto para validar a interpretação dos dados da pesquisa. A teoria a ser seguida precisa ser de pleno conhecimento e estar de acordo com os princípios defendidos pelo o autor do projeto. Deste modo os dados coletados e a sua interpretação seguirão a mesma linha.
No meu Projeto de Pesquisa pretendo usar a Teoria da Epistemologia Construtivista de Piaget que explica como se desenvolve o conhecimento nos seres humanos.
Piaget através de suas pesquisas descreveu o processo do desenvolvimento da inteligência tendo suas teorias comprovadas experimentalmente. Deixou escrito aproximadamente setenta livros e mais de quatrocentos artigos. Morreu em 1980 aos oitenta e quatro anos.
Os principais conceitos de sua teoria são: a epistemologia genética que refere-se ao estudo de como se passa de um conhecimento para outro superior e os estágios do desenvolvimento motor, verbal e mental.
Já li muitos artigos sobre Piaget desde o magistério até os cursos de graduação e pós-graduação. O livro: A Criança e o Número de Constance Kamii foi muito importante para entender o desenvolvimento de conceitos matemáticos. Atualmente as idéias de Piaget retornaram com a Proposta Construtivista de Esther Pillar Grossi.
Ao ser adotada pelas escolas a Proposta Construtivista ou Construtivismo sofreu equívocos de interpretação reconhecidos e esclarecidos pela própria autora.
Li os textos que encontram-se na Biblioteca do PROA 6, além de alguns artigos publicados nos sites: http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/2artigo.htm
http://www.multirio.rj.gov.br/cime/avalme.html


Questionamentos
As interpretações errôneas na aplicação da Proposta
Construtivista originaram algumas dúvidas que precisam ser esclarecidas.
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Como é a avaliação dentro da Teoria Construtivista?
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Como avaliar observando as diferentes etapas do conhecimento e observando a individualidade de cada aluno?


Questionamentos 2
Realizados pela colega Sirlei Pietrobelli e respondidas por mim no PROA 4 - Atividade 7
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1.Maturação neurológica tem a ver com sinapses?
O cérebro contém cerca de dez bilhões de neurônios e, como cada neurônio tem de mil a dez mil sinapses, conta o ser humano, na realidade, com dez a cem trilhões de sinapses programáveis.
Os neurônios possuem também capacidade aberta para incorporarem novas informações recebidas após o nascimento (informações neuronais programáveis). Esta incorporação irá depender do grau de interação do indivíduo com o meio em que vive. Há, na realidade, um número muito grande de neurônios livres aptos a gravarem informações não-genéticas e estocá-las em sua organização estrutural.
O cérebro processa, através das sinapses neuronais, cerca de cinco mil conjuntos de sinais por segundo.
O processo de aprendizagem posterior utiliza o sistema de estruturas pré-formadas com o desenvolvimento; de onde se conclui que ele depende deste mesmo desenvolvimento. A aprendizagem por si mesma não dá origem a novas estruturas embora possa modificá-las em sua interação 2. 2. ASSIS, O.Z.M. Uma nova metodologia e educação pré-escolar. São Paulo, Pioneira, 1979.
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2. O número de conexões neurológicas determina a capacidade de assimilação e/ou desacomodação(Piaget),de novos saberes?
A "aquisição" de conhecimentos é conseguida através do que se chama de processo de adaptação que nada mais é que o resultado do equilíbrio harmônico da criança com o meio em que vive. A adaptação é através da "assimilação" e da "acomodação". A primeira se processa quando o organismo modifica o objeto ou o fato externo para melhor incorporá-lo às suas estruturas cognitivas em formação, e a segunda, quando o próprio organismo se modifica no sentido de acomodar-se à nova situação. Esses processos vão constituir a base do desenvolvimento da criança sem contudo atritarem as estruturas pré-formadas. Quanto maior o contingente assimilado e acomodado maior será a capacidade de assimilação e de acomodação a novos contingentes. As operações cognitivas dão os alicerces para o raciocínio da criança e, como diz Piaget, nada mais são que "uma reconstrução endógena de dados exógenos fornecidos pela experiência".http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003489101981000700002&lng=e&nrm=iso&tlng=pt
A inteligência, que também pressupõe uma estrutura preestabelecida, não dispensa um processo de troca com o meio. Este a exercita e potencializa progressivamente através de novas experiências da criança com o mundo externo em que vive. É a capacidade de se equacionar, frente a novas experiências, os conhecimentos incorporados em experiências anteriores.
Capturado em 15/10/06 no site:
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3. Como motivar a aprendizagem de uma criança surda-muda?
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4. Se conseguir motivá-la, como deverei analisar o processo de crescimento educativo desta criança - avaliar?
Na proposta atual, mais inclusiva, a criança com surdez participa do sistema educacional, não está fora dele. É esperado que ela, bem como os professores e toda a escola, conte com dispositivos que auxiliem seu pleno desenvolvimento escolar, sem sacrifícios.http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2002/ede/edetxt5.htm
Como condição para participar de uma classe comum, o aluno surdo precisa ter adquirido um nível de linguagem suficiente para permitir um diálogo, mesmo que simples, com professores e colegas, além de contar com um bom vocabulário e com certo domínio de leitura e escrita. Com esse domínio da linguagem, ele pode expressar seus pensamentos e sentimentos, e consegue ainda compreender os conceitos utilizados nas diferentes disciplinas.
O conteúdo curricular a ser desenvolvido para o aluno surdo é exatamente o mesmo trabalhado com os alunos ouvintes, com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). São necessárias adaptações curriculares para atender à especificidade da clientela, seja na escola especial ou na regular. O uso de materiais variados (jornais, revistas, propagandas, noticiários de TV, computadores etc.) contribui para motivar os alunos, mantê-los atualizados em relação aos acontecimentos do mundo e dar-lhes uma visão ampla dos acontecimentos.
Todos os alunos serão beneficiados se o professor proporcionar atividades a partir de centros de interesse, integrando diferentes disciplinas.
Na visão inclusiva, a criança com perda auditiva deve ser acolhida a partir de uma proposta globalizadora, que valorize a escolaridade, os hábitos e as atitudes preparatórios para a vida adulta e que possibilite a ela se tornar responsável pelo próprio processo escolar e consciente de seus direitos, que são os mesmos dos ouvintes.
Os educadores devem considerar, além da metodologia, as necessidades específicas dos alunos, com o objetivo de favorecer sua adaptação e sua integração.
Capturado em 15/10/06 no site:
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5. A inclusão digital, supera as limitações individuais especiais, podendo potencializar uma educação de qualidade para todos?
O desejo é de que a inclusão digital seja uma ferramenta que auxilie na Educação de Qualidade para Todos. A informática evoluiu muito emmenos de dez anos, comparado à aquisição do código escrito existente à mais de mil anos. Acredito que levaremos apouco tempo para que a inclusão digital seja para todos e que possua a qualidade desejada.
A inclusão digital para portadores de necessidades especiais, requer ferramentas adequadas para cada dificuldade. Mas devemos lembrar que são três os tipos de inclusão digital:
Técnica - Destreza no manuseio do computador, dos principais softwares e do acesso à Internet.
Cognitiva – autonomia e independência no uso complexo das TICs em que os cidadãos estão imersos com a entrada da sociedade na era da informação, tendo ou não formação para tal uso. Como exemplo podemos citar: uso de caixas eletrônicos de bancos, cartões de crédito com chips, smart cards, telefones celulares, etc.
Econômica - capacidade financeira em adquirir e manter computadores, acesso à rede e softwares básicos.
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6. O maior problema da inclusão digital está nos aprendentes, ou no uso adequado das ferramentas tecnológicas?
Esta realidade é recente, ainda estão sendo desenvolvidos cursos de capacitação para os professores, no momento “aprendentes”. Alguns educadores inovadores já entraram em contato com a cibercultura e as possibilidades de uso no ensino que aliada à pedagogia promete ótimos resultados. Nesta teoria que apostam os cursos de capacitação para professores

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