Get your own free workspace
View
   

Como é a avaliação dentro da Teoria Construtivista?

 

 

   

Como avaliar observando as diferentes etapas do conhecimento e observando a individualidade de cada aluno?

 

 

 

Questionamentos 2

Realizados pela colega Sirlei Pietrobelli e respondidas por mim no PROA 4 - Atividade 7

 

   

1.Maturação neurológica tem a ver com sinapses?

 

 

O cérebro contém cerca de dez bilhões de neurônios e, como cada neurônio tem de mil a dez mil sinapses, conta o ser humano, na realidade, com dez a cem trilhões de sinapses programáveis.

Os neurônios possuem também capacidade aberta para incorporarem novas informações recebidas após o nascimento (informações neuronais programáveis). Esta incorporação irá depender do grau de interação do indivíduo com o meio em que vive. Há, na realidade, um número muito grande de neurônios livres aptos a gravarem informações não-genéticas e estocá-las em sua organização estrutural.

O cérebro processa, através das sinapses neuronais, cerca de cinco mil conjuntos de sinais por segundo.

O processo de aprendizagem posterior utiliza o sistema de estruturas pré-formadas com o desenvolvimento; de onde se conclui que ele depende deste mesmo desenvolvimento. A aprendizagem por si mesma não dá origem a novas estruturas embora possa modificá-las em sua interação 2. 2. ASSIS, O.Z.M. Uma nova metodologia e educação pré-escolar. São Paulo, Pioneira, 1979.

 

   

2. O número de conexões neurológicas determina a capacidade de assimilação e/ou desacomodação(Piaget),de novos saberes?

 

 

A "aquisição" de conhecimentos é conseguida através do que se chama de processo de adaptação que nada mais é que o resultado do equilíbrio harmônico da criança com o meio em que vive. A adaptação é através da "assimilação" e da "acomodação". A primeira se processa quando o organismo modifica o objeto ou o fato externo para melhor incorporá-lo às suas estruturas cognitivas em formação, e a segunda, quando o próprio organismo se modifica no sentido de acomodar-se à nova situação. Esses processos vão constituir a base do desenvolvimento da criança sem contudo atritarem as estruturas pré-formadas. Quanto maior o contingente assimilado e acomodado maior será a capacidade de assimilação e de acomodação a novos contingentes. As operações cognitivas dão os alicerces para o raciocínio da criança e, como diz Piaget, nada mais são que "uma reconstrução endógena de dados exógenos fornecidos pela experiência".http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003489101981000700002&lng=e&nrm=iso&tlng=pt

A inteligência, que também pressupõe uma estrutura preestabelecida, não dispensa um processo de troca com o meio. Este a exercita e potencializa progressivamente através de novas experiências da criança com o mundo externo em que vive. É a capacidade de se equacionar, frente a novas experiências, os conhecimentos incorporados em experiências anteriores.

Capturado em 15/10/06 no site:

 

   

3. Como motivar a aprendizagem de uma criança surda-muda?

   

4. Se conseguir motivá-la, como deverei analisar o processo de crescimento educativo desta criança - avaliar?

 

 

 

Na proposta atual, mais inclusiva, a criança com surdez participa do sistema educacional, não está fora dele. É esperado que ela, bem como os professores e toda a escola, conte com dispositivos que auxiliem seu pleno desenvolvimento escolar, sem sacrifícios.http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2002/ede/edetxt5.htm

Como condição para participar de uma classe comum, o aluno surdo precisa ter adquirido um nível de linguagem suficiente para permitir um diálogo, mesmo que simples, com professores e colegas, além de contar com um bom vocabulário e com certo domínio de leitura e escrita. Com esse domínio da linguagem, ele pode expressar seus pensamentos e sentimentos, e consegue ainda compreender os conceitos utilizados nas diferentes disciplinas.

O conteúdo curricular a ser desenvolvido para o aluno surdo é exatamente o mesmo trabalhado com os alunos ouvintes, com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). São necessárias adaptações curriculares para atender à especificidade da clientela, seja na escola especial ou na regular. O uso de materiais variados (jornais, revistas, propagandas, noticiários de TV, computadores etc.) contribui para motivar os alunos, mantê-los atualizados em relação aos acontecimentos do mundo e dar-lhes uma visão ampla dos acontecimentos.

Todos os alunos serão beneficiados se o professor proporcionar atividades a partir de centros de interesse, integrando diferentes disciplinas.

Na visão inclusiva, a criança com perda auditiva deve ser acolhida a partir de uma proposta globalizadora, que valorize a escolaridade, os hábitos e as atitudes preparatórios para a vida adulta e que possibilite a ela se tornar responsável pelo próprio processo escolar e consciente de seus direitos, que são os mesmos dos ouvintes.

Os educadores devem considerar, além da metodologia, as necessidades específicas dos alunos, com o objetivo de favorecer sua adaptação e sua integração.

Capturado em 15/10/06 no site:

 

 

5. A inclusão digital, supera as limitações individuais especiais, podendo potencializar uma educação de qualidade para todos?

 

 

O desejo é de que a inclusão digital seja uma ferramenta que auxilie na Educação de Qualidade para Todos. A informática evoluiu muito emmenos de dez anos, comparado à aquisição do código escrito existente à mais de mil anos. Acredito que levaremos apouco tempo para que a inclusão digital seja para todos e que possua a qualidade desejada.

A inclusão digital para portadores de necessidades especiais, requer ferramentas adequadas para cada dificuldade. Mas devemos lembrar que são três os tipos de inclusão digital:

Técnica - Destreza no manuseio do computador, dos principais softwares e do acesso à Internet.

Cognitiva – autonomia e independência no uso complexo das TICs em que os cidadãos estão imersos com a entrada da sociedade na era da informação, tendo ou não formação para tal uso. Como exemplo podemos citar: uso de caixas eletrônicos de bancos, cartões de crédito com chips, smart cards, telefones celulares, etc.

Econômica - capacidade financeira em adquirir e manter computadores, acesso à rede e softwares básicos.

 

 

6. O maior problema da inclusão digital está nos aprendentes, ou no uso adequado das ferramentas tecnológicas?

 

 

Esta realidade é recente, ainda estão sendo desenvolvidos cursos de capacitação para os professores, no momento “aprendentes”. Alguns educadores inovadores já entraram em contato com a cibercultura e as possibilidades de uso no ensino que aliada à pedagogia promete ótimos resultados. Nesta teoria que apostam os cursos de capacitação para professores

 

 

 

 

Teoria e Conceitos

Page history last edited by PBworks 5 years ago

 Atividade 03

Teorias e Conceitos


 

 

 

Teoria e Conceitos

 

Como base dos Projetos de Pesquisa é necessário ter uma fundamentação teórica que servirá tanto para orientar quanto para validar a interpretação dos dados da pesquisa. A teoria a ser seguida precisa ser de pleno conhecimento e estar de acordo com os princípios defendidos pelo o autor do projeto. Deste modo os dados coletados e a sua interpretação seguirão a mesma linha.

 

 

No meu Projeto de Pesquisa pretendo usar a Teoria da Epistemologia Construtivista de Piaget que explica como se desenvolve o conhecimento nos seres humanos.

 

 

Piaget através de suas pesquisas descreveu o processo do desenvolvimento da inteligência tendo suas teorias comprovadas experimentalmente. Deixou escrito aproximadamente setenta livros e mais de quatrocentos artigos. Morreu em 1980 aos oitenta e quatro anos.

 

 

Os principais conceitos de sua teoria são: a epistemologia genética que refere-se ao estudo de como se passa de um conhecimento para outro superior e os estágios do desenvolvimento motor, verbal e mental.

 

 

Já li muitos artigos sobre Piaget desde o magistério até os cursos de graduação e pós-graduação. O livro: A Criança e o Número de Constance Kamii foi muito importante para entender o desenvolvimento de conceitos matemáticos. Atualmente as idéias de Piaget retornaram com a Proposta Construtivista de Esther Pillar Grossi.

 

 

Ao ser adotada pelas escolas a Proposta Construtivista ou Construtivismo sofreu equívocos de interpretação reconhecidos e esclarecidos pela própria autora.

 

 

Li os textos que encontram-se na Biblioteca do PROA 6, além de alguns artigos publicados nos sites: http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/2artigo.htm

http://www.multirio.rj.gov.br/cime/avalme.html

 

 

Questionamentos

 

As interpretações errôneas na aplicação da Proposta

Construtivista originaram algumas dúvidas que precisam ser esclarecidas.

 

 
 
 
 
 
 
 
 

Page Tools

Insert links

Insert links to other pages or uploaded files.

Tip: To turn text into a link, highlight the text, then click on a page or file from the list above.

Comments (0)

You don't have permission to comment on this page.